Programa educativo Festa Literária
Internacional de Paraty
 
Flipinha FLIPINHA

Flipinha e Petrobras, uma grande parceria
A Flipinha, este ano, conta com um parceiro especial: a Petrobras. Reconhecida como a maior patrocinadora da cultura no país, a Petrobras busca abordar a cultura preservando suas três dimensões: simbólica, cidadã e econômica.
Antropofagia e prêmios
Na Flipinha, a tarde de domingo foi destinada à distribuição de prêmios. Pelo segundo ano consecutivo, a Casa Azul entregou 300 livros para cada uma das três escolas privadas ou instituições escolhidas por seu trabalho de incentivo à leitura. Este ano, as premiadas foram a Casa-Escola, o Colégio Objetivo, no bairro da Chácara, e o Instituto Trilha das Artes e da Educação (ITAE), que funciona como uma casa-escola no bairro do Parque da Mangueira.
Da viva voz à palavra impressa
Daniel Munduruku e Heloísa Pietro explicaram a um público heterogêneo, mas atento, como começaram a escrever e de onde tiram as histórias que contam em seus livros. Na programação da Tenda da Flipinha havia um pouco de tudo: crianças de dois ou três anos, meninos um pouco maiores, ávidos para fotografar os autores com câmaras e aparelhos celulares, e bem atrás, nas cadeiras, os mais compenetrados misturavam-se aos adultos. Com alguns malabarismos na abordagem, Heloísa e Daniel conseguiram falar para todos, em diferentes momentos.
Arte na Praça
Arte na Praça é um dos acontecimentos mais esperados pelas crianças de Paraty e por aquelas que chegam à cidade no período da Flip. Até mesmo para Helena, que, com apenas 3 anos, já é uma “veterana” da Flipinha: freqüenta a festa desde seu primeiro ano de vida. Na sexta-feira, dia 8, ela puxava pela mão Tamiris, sua mãe, e saiu de braços cheios com catavento, flor de papel, abanador, estrela e uma minúscula pipa colorida que estava destinada à parede do seu quarto.
Bandeira e Brenman em um dueto turbinado
Senta que lá vem história... intitulava-se o evento na Tenda da Flipinha. E, pela primeira vez, deu para sentar ao sol. Em uma radiante e encalorada manhã em Paraty, o resfriado da mediadora, Janete Moreira, não chegou a prejudicar seu desempenho em um dos mais animados encontros com os estudantes da cidade. Pelo contrário. Sobrou-lhe disposição para animar a apresentação de Pedro Bandeira e Illan Brenman, dois autores infantis aos quais também não falta energia para lidar com a molecada.
Biblioteca da Flipinha
Foi complicado para a escritora e pesquisadora Ciça Fittipaldi fazer as crianças deixarem de lado os livros por um instante para prestar atenção nela. Na biblioteca instalada ao lado da Tenda da Flipinha, ela tinha que concorrer também com a apresentação de teatro logo ali. Mas bastou abrir sua coleção de imagens dos índios Wayampis para que os pequenos leitores se aglomerassem ao seu redor.
Flipinha 2011: maior, ainda melhor e integrada ao todo
Integração: essa é a palavra-chave deste ano, pelo menos do ponto de vista de Gabriela Gibrail, a Gabi da Flipinha, coordenadora in loco da festa literária infanto-juvenil de Paraty. “Este ano, pela primeira vez, todos os eventos estão integrados como nunca antes: Flip, FlipZona, Casa da Cultura e Flipinha”, explica Gabi, com um enorme sorriso de satisfação.
Invasão literária em Paraty
Sede do Comitê Proler, a Associação Casa Azul, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, recebeu os Comitês dos Municípios de Angra dos Reis, Rio Claro e Itaguaí para o XI Encontro Proler Costa Verde: Políticas Públicas – Caminhos da Cidadania. Clique aqui para ver os resultados do evento.
Projeto Mar de Leitores leva Proler a Paraty
Programa de incentivo à leitura aos paratienses, que inclui a obrigatoriedade da hora/ aula de leitura na grade curricular das escolas de Paraty, o projeto Mar de Leitores realiza no dia 19 de novembro o XI Encontro Proler Costa Verde: Políticas Públicas Caminho da Cidadania. O evento que acontece na própria cidade do sul fluminense é fruto da parceria entre Secretaria Municipal de Educação de Paraty, Instituto C&A e Biblioteca Nacional, com apoio da Associação Casa Azul. Leia mais.
Balanço final da Flipinha
Cristina Maseda, coordenadora da Flipinha e da FlipZona, disse que esperava dificuldades na mobilização das escolas para os eventos, já que, este ano, ocorreram em período letivo. “Mas o mais importante foi que notamos uma substancial melhoria na qualidade da participação das escolas na Flipinha, que recebeu em média 5 mil crianças". Leia mais.
 

Realização
Associação Casa Azul