Festa Literária
Internacional de Paraty
 
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A festa que forma leitores 
Bem mais do que “a Flip para crianças”, que acontece
durante os cinco dias da festa literária, a Flipinha
é uma ação com significado social e educativo,
que responde à missão da Casa Azul de atuar como
polo difusor de cultura e conhecimento.
Nasceu junto com a Flip para ser um movimento
de formação de leitores em Paraty. Batizada Flipinha
em 2004, mantém vivo desde então o desafio de
melhorar a qualidade de vida das crianças da região.
Para isso, segue uma agenda anual intensa, movida
pela paixão em ver florescer leitores atentos, curiosos
e inquietos.
A festa é o coroamento dessas ações, que envolvem
os cerca de 13 mil alunos das escolas de Paraty
e têm como sede a Biblioteca Casa Azul. A relação
com professores da rede pública da cidade, os temas
trabalhados em sala de aula e um levantamento
dos autores mais lidos de seu acervo de 12 mil títulos
norteiam a programação.
Daí a importância dessa festa a céu aberto, da qual
participam não só as crianças visitantes, mas especialmente
as que aqui residem. Nessa ocasião, elas
sentem-se preparadas para encontrar autores. Ficam
orgulhosas de tomar parte das apresentações de suas
escolas. Vivem a alegria das brincadeiras, oficinas
e rodas de ciranda na Praça da Matriz.
Voltada às crianças, a Flipinha envolve também
os adultos. Sinta-se convidado para essa festa que
combina tão bem crianças e livroA festa que forma leitores 

foto André Azevedo

A Flip para pequenos leitores

Desde 2004, a Flipinha incentiva a literatura e difunde a cultura e o conhecimento entre o público infantil. Este é um movimento que extrapola os limites de um evento literário e tem como objetivo transformar Paraty, atuando na formação de leitores capazes de refletir e intervir ativamente no futuro da cidade.

Não à toa, as atividades da Flipinha acontecem ao longo do ano. A Biblioteca Casa Azul – importante núcleo da Associação Casa Azul em Paraty – sedia oficinas para mediadores de leitura que também atuam nos Pés-de-livro, montados na Praça da Matriz durante a Flip, com obras à disposição dos leitores. No início do ano letivo, o Manual Flipinha apresenta os autores convidados a professores, coordenadores e diretores de escolas, que passam a trabalhar conteúdos relacionados à festa literária em sala de aula. Essa ação ajuda a preparar os alunos para a Operação Flipinha, em que escritores e ilustradores visitam escolas paratienses.

Tudo isso culmina nos dias da Flip, quando o público pode se dividir entre as apresentações das escolas, as Rodas de Conversa na Biblioteca e a Ciranda dos Autores, encontros com nomes da literatura infantojuvenil, que aproximam ainda mais os pequenos leitores desse universo.

 


 

Realização
Associação Casa Azul