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29/06/2016

Maracatu

Escola Comunitária Cirandas faz um cortejo de Maracatu na Praça da Matriz

 

Primeiro dia: Flipinha tem Maracatu na Praça e apresentações na Casa da Cultura Câmara Torres

Começou a ocupação da Flipinha 2016 no Centro Histórico de Paraty! 

Mostra educativa

Apresentações de escolas, ONGs e outras instituições de Paraty e região encheram a Casa da Cultura Câmara Torres e o palco montado especialmente na Praça da Matriz. Temas como sustentabilidade, consumismo, identidade indígena e, claro, literatura permearam as esquetes teatrais, assim como os espetáculos de dança e música que fizeram parte da abertura da Mostra Educativa nesta terça, 28 de junho.

Entre os destaques, estão a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE Paraty) que apresentou uma roda de ciranda, tradicional expressão de Paraty, e o Colégio Brasil dos Reis, de Angra dos Reis, com a peça Ana Cristina: depois a gente conversa. O professor de português e literatura, Saulo Santos, conta que a ideia da apresentação surgiu a partir de um recital de poemas de Ana C. na escola.

"Fiquei emocionada de ver a integração entre escolas públicas e privadas, porque mesmo em uma cidade pequena esse encontro não acontece muito. Ainda mais nessas apresentações com temas relevamtes para a formação deles", afirmou Juliana Bertino, mãe de Carlos Eduardo, 9 anos, do Colégio Paraty Objetivo.

O ponto alto do dia foi a apresentação de Maracatu da Escola Comunitária Cirandas. O cortejo, que seguiu pelo Centro Histórico, homenageou o grupo de Maracatu Palmeira Imperial e sacudiu todo mundo que passava pela Praça da Matriz e arredores. A integração entre pais, professores e alunos mostrou ao público o espírito da Flipinha.

Mediação de leitura

Logo pela manhã, os alunos do Curso Normal do CE Eng. Mário Moura Brasil do Amaral (CEMBRA), que atuam como mediadores de leitura durante a Flipinha, montaram os Pés-de-livro, instalações que deixam obras literárias disponíveis nas árvores da Praça. Nikole Araujo dos Santos e Larissa Aparecida receberam os pequenos em um dos Pés-de-livro. “As crianças chegam meio desconfiadas, mas, com o tempo, vão se sentido à vontade para sentar e ouvir a história”, conta Larissa.

A Tenda da Biblioteca também estava preparada para receber a criançada. Por lá, pais e mães sentaram com os pequenos para curtir parte do acervo de literatura infantil e juvenil. David André, 6 anos, escolheu a história do patinho feio para que seu pai, Emerson André Santos Silva, lesse em um dos bancos da Praça. “É importante que a Biblioteca esteja aqui”, afirma. 


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